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Danone com 180 vagas

A Danone abriu, na sua plataforma de emprego, mais de 180 vagas. São maioritariamente dirigidas ao mercado europeu e abrangem quase todas as áreas da companhia.
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Um ano de arte urbana na Underdogs em exposição.

How & Nosm mural #2

Location: Rua Inácio Pardelhas Sanchez, 126

Photo by Alexander Silva

P3

Under-dogs

Abroad: arquitectura pela estrada fora

Antoine Dubois e Tristan Terisse (arquitectos) e Jérémy Coste (realizador) estão a construir o projecto Abroad: Architecture By Road. Eles vão partir de Montpellier para uma viagem de dois anos, de mochila às costas, maioritariamente de bicicleta, à descoberta dos diferentes modelos de arquitectura de habitação e a relação entre a tradição e a contemporaneidade.

Com partida prevista para Novembro, o itinerário, de 72.700 quilómetros, incluiu 38 países de quatro continentes e tem um orçamento de aproximadamente 74 mil euros. Neste momento, estão a finalizar a fase de preparação do projecto, precisam de mais um patrocinador, mas estão no bom caminho para reunir todo o dinheiro necessário para arrancar com a aventura.

A ideia surgiu há mais ou menos um ano, ainda enquanto estudantes da Ecole Nationale Supérieure d’Architecture de Montpellier. Começaram logo a contactar a imprensa, amigos e patrocinadores. A apresentação e discussão da ideia com os parceiros ajudou-os a melhorar o conceito geral do projecto.

Via p3

João Nogueira Dias – Crónica sobre o circo e as autár(ti)cas

É quase isso: as autárquicas chegaram à cidade

Se dizes “autárticas” em vez de “autárquicas”, este texto não é para ti. Entra na máquina do tempo e avança para 2027. Esperamos lá por ti, na era em que todos os cidadãos dirão “autárticas”, depois de uma revolução perpetrada por uns gajos.

(Não posso revelar a identidade deles, senão, a revolução não terá lugar.)

A palavra “autárquicas” é, para alguns, tão difícil de dizer como “Maksim Alyaksandravich Bardachow”. Este nome existe e é de um jogador da selecção da Bielorrússia de futebol. Não sei por quê, mas se viesse jogar para Portugal, ainda não tinha posto os pezinhos no aeroporto e já teria nome: “Bardajolas”.

As autárquicas estão à porta. Não vale a pena esconderes-te: elas aparecem, de quatro em quatro anos, e soltam monstros que te vão perseguir. Parece uma lenda foleira da Transilvânia. Sem o Conde Drácula. Mas com vampiros.

Reza a lenda que os monstros se fazem anunciar com cartazes muito, mas muito, misteriosos. Como os daqueles circos manhosos que, quando chegam à cidade, te provocam pesadelos. Daqueles que têm gajos que parecem estar prontos a pegar na faca e a fazer estragos.

Tipo isto.

Mas não são só coisas más. Na altura das autárquicas, há brindes em todo o lado. Tantos como naquelas festas temáticas, em determinadas discotecas. Mas com uma ligeira diferença: a ressaca das autárquicas dura quatro anos.

Na campanha para estas eleições, famílias inteiras percorrem as ruas. São todos candidatos: o pai, a mãe, o tio, a prima, a prima gira, a prima quase tão gira, a vizinha do 5.º esquerdo e a do 10.º direito. Só não é a do 15.º esquerdo porque o prédio só tem dez andares. Fica tudo em família, como no filme “O Padrinho”. Com uma diferença: a banda sonora do filme é muito boa.

Há muito amadorismo: os cartazes são maus, as músicas são irritantes, os “slogans” são, por vezes, infelizes. Não se via tanto amadorismo desde que o Governo instituiu os “briefings” diários.

No meio disto tudo, há algo ilógico e injusto: tornou-se comum chamar “dinossauros” aos autarcas com muito tempo de mandato. A extinção dos dinossauros é atribuída à queda de um meteorito. Alguém acredita que os presidentes de câmara experientes se deixariam extinguir por acção de uma pedrinha?

Arranjariam logo uma forma de embargar o movimento do astro, mandariam a lei da gravidade para o Tribunal Constitucional e, caso tudo isto falhasse, telefonariam a um empreiteiro amigo, para que este lhes emprestasse umas bombas, com as quais explodiriam o meteorito.

Em último caso, teriam um “bunker” com oito quartos e uma piscina. Vista para o mar, não, mas uma das paredes estaria pintada de forma a criar esse efeito. Tudo se arranja com um telefonema. Como n'”O Padrinho”.

Via P3

RU+A vai pintar as ruas do Porto, começa dia 15

Vídeo de apresentação

Crowdfunding no Indiegogo

Imagin’o Porto

Se for à semelhança do que já é feito em Espanha e se conseguir ter continuidade e abrangência (ir a lisboa também) vamos ter para o ano as 2 cidades mais belas da europa.

Liga Knock Out dia 14/9 no ZDB – main event: 9 Miller vs Profjam

A primeira batalha aconteceu em Novembro de 2012, numa loja de “street wear” do Bairro Alto, em Lisboa. Agora, dez meses e várias edições depois, a Liga Knock Out (LKO) vai mudar de sítio, apesar de se manter no mesmo bairro: o primeiro evento aberto ao público, com venda de bilhetes, acontece na Galeria Zé dos Bois, a 14 de Setembro.

Apesar do nome, não há vencedores que passem a uma próxima eliminatória. Os dois MC que travam a batalha ficam frente a frente e criticam-se, “de uma forma lírica e através de rimas previamente escritas”, explica ao P3 um dos fundadores da LKO, José Cardoso (o outro é Nuno Varela, do site Hip-Hop Sou Eu). Todas as batalhas são “a capella”, isto é, sem “qualquer instrumental a acomapanhar”. “Cada um dá a sua opinião através das redes e fica um bocadinho ao critério de cada um quem é o vencedor.”

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The Scar Project – Cicatrizes do cancro da mama

The SCAR Project

“O cancro da mama não é um laço cor-de-rosa”, daqueles de pendurar na lapela com um alfinete. Quem o diz é David Jay, o fotógrafo de moda responsável pelos retratos de jovens sobreviventes de cancro da mama, todas entre os 18 e os 35 anos, “The SCAR Project“. (…)

Via P3 (Galeria de fotos)

Photo by David Jay
Photo By David Jay

 

Rubbee: a tua bicicleta pode ser eléctrica em três tempos

Já é possível transformar uma corriqueira bicicleta num veículo movido a electricidade – e em menos de um minuto. Após a rápida e fácil operação de montagem do Rubbee, a pedalada inicial, apenas, garantirá o início de uma viagem até 25 km, à velocidade máxima de 25km/h, assegura o jovem por de trás da invenção. Perfeita para as viagens rotineiras.

O impulso é transmitido através da fricção com a roda. Daí vem o nome, Rubbee. Inventado por Gediminas Nemanis, o utilizador tem a possibilidade de pedalar, ou não, sem ter que remover o aparelho, e este adapta-se a uma grande quantidade de bicicletas, incluindo as que possuem suspensão total.

O Rubbee é destinado ao ciclista casual que não viu vantagens em subsituir a sua “analógica” por uma bicicleta eléctrica e que pensa que os kits de conversão existentes no mercado exigem demasiado para o efeito produzido (ou até nem sabem o que é isso de kit de conversão). Pretende ser a alternativa (recarregável em apenas duas horas) a outro meio de transporte mais poluente, sem que o utilizador fique cansado e suado.

E também a alternativa mais barata. Ora vejamos: que sirva de exemplo uma viagem Gaia-Porto de 8 kms. O valor inscrito no Orçamento de Estado 2013 no que diz respeito à compensação pela utilização de viatura própria em serviço (de outrem ou do Estado) é de 0,36 euros/km (entenda-se, então, este, como o custo médio por km percorrido no fim da vida útil de um veículo automóvel). Ora, calculando os 16km (ida e volta) do percurso em apreço, temos que 16km x 0,36 euros = 5,76 euros. Logo, a despesa de deslocação de automóvel, no nosso exemplo, de 5,76 euros por dia.

Comparemos agora com o Rubbee (mas admitimos que podes passar para o final do parágrafo, se as contas realmente não te interessarem). Este aparelho pode ser adquirido pelo valor de, aproximadamente, 867 euros (já com portes incluídos). Segundo as suas especificações, ficamos a saber que tem uma vida útil estimada de 2.000 viagens, o que podemos traduzir em 50.000 kms (2.000 x 25kms). Assim, o custo por km (do dispositivo) será de 0,0174 euros, sendo que, considerando também o custo de carregamento de 0,0169 euros (a ligação de um aparelho a uma tomada durante 2 horas por dia, a um custo de 0,1845 euros/KWh, para uma utilzação de 16 kms), temos um custo total por km (do dispositivo mais energia) percorrido de 0,193 euros. Logo, para os 16kms considerados e admitindo um preço médio de uma bicicleta nova de 650 euros e a mesma vida útil, 52 cêntimos por dia! Resultado: custo mensal utilizando automóvel – 172,80 euros; utilizando o Rubbee: 15,60 euros. Poupança: pelo menos 157,20 euros por mês.

A vantagem comparativa com uma bicicleta eléctrica, reside sobretudo no facto de se poder partilhar o aparelho com amigos e família e poder manter-se a bicicleta convencional, sempre que o desejamos. A desvantagem é que, em alguns casos, a autonomia e a velocidade máxima saem diminuídas.

Foi através da plataforma de “crowd-funding” “Kickstarter” que os quatro jovens (Gediminas Nemanis mais três outros a que entretanto se juntou) procuraram financiamento para puderem começar a produção em massa tendo atingido o seu objetivo há uns dias apenas. “Hooray!” escreveram na página de comentários.

Mas se falamos de benefícios para o orçamento familiar e especialmente para a saúde, estes não param de aumentar se considerarmos então usar apenas a bicicleta, sem a ajuda do Rubbee. Soluções ecológicas para todos.

Via P3

Fiquei curioso e algo convencido a apostar neste tipo de transporte.

Werner Herzog realiza curta contra o envio de SMS a conduzir

““From One Second to the Next” é o nome do documentário que Herzog assina como parte de uma campanha contra o envio de SMS durante a condução. Em apenas uma semana ultrapassou o milhão e meio de visualizações no YouTube.”

Via P3