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E se os produtos naturais viessem com indicações acerca da sua composição?

Australian chemistry teacher James Kennedy has created a tongue-in-cheek set of images that take a fresh perspective on the public discussion about fresh and organic foods vs. the genetically modified products and chemical pesticides being championed by companies like Monsanto. His posters take all-natural products and break them down by their chemical composition, or their “ingredients.”

When we read the ingredient labels on the processed foods that we eat (or choose not to eat), there’s usually a long and worrisome list of chemical ingredients that we can’t identify. However, Kennedy’s series of images points out that our fear of some of these chemicals might be misplaced.

I want to erode the fear that many people have of ‘chemicals’, and demonstrate that nature evolves compounds, mechanisms and structures far more complicated and unpredictable than anything we can produce in the lab,” writes Kennedy, who personally avoids buying any sort of food with monosodium glutamate (MSG) or high-fructose corn syrup.

This poster series breaks down all the major ingredients in popular natural foods—using E-numbers and IUPAC [International Union of Pure and Applied Chemistry] names instead of common names where they exist. Anthocynanins, for example, which are said to give blueberries their ‘superfood’ status, are also known as E163,” he explained.

Via BoredPanda

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Cientistas criam cerveja que hidrata e evita ressaca

Se alguém tinha dúvidas sobre o combate entre ciência e religião, cientista e padre, acho que pode agora confirmar que de facto a ciência é imbatível e ótima!

A ingestão de cerveja – ou qualquer bebida alcoólica – após a realização de exercício físico ou de estômago vazio não é, por norma, aconselhável. Agora, porém, um grupo de investigadores australianos desenvolveu uma cerveja hidratante, que pode ajudar a equilibrar a quantidade de líquidos no organismo e até a evitar a ressaca.
Habitualmente, beber álcool aumenta a desidratação, mas uma equipa do Griffith University’s Health Institute em Queensland, na Austrália, acredita ter descoberto a solução.

Os nutricionistas australianos manipularam os níveis de eletrólitos, presentes em muitas bebidas energéticas, de duas cervejas comerciais (uma normal e uma light), que, depois, foram ingeridas por pessoas que tinham acabado de fazer exercício vigoroso.

Os investigadores acabaram por concluir que, embora esta não costume ser uma prática recomendável, a cerveja light modificada mostrou ser um terço mais eficaz a hidratar os indivíduos do que a cerveja normal. 
“Não é uma boa ideia, mas a verdade é que há muitas pessoas que suam muito no dia-a-dia e que, depois, saem do trabalho e vão beber uma cerveja, como é o caso, por exemplo, dos trabalhadores da construção civil”, explica Ben Desbrow, um dos cientistas envolvidos no estudo, citado pela Australian Associated Press.
“O álcool pode ter todo o tipo de repercussões num organismo desidratado, incluindo a redução da noção do perigo”, acrescenta o investigador, que justifica a criação desta cerveja modificada e hidratante com a necessidade de diminuir os riscos trazidos por hábitos difíceis de mudar.
“Uma vez que vivemos no mundo real, temos duas hipóteses: podemos passar o tempo a dizer às pessoas aquilo que não devem fazer ou, em alternativa, trabalhar para minimizar os perigos de algumas atividades socialmente enraízadas [como o consumo de cerveja nessas circunstâncias]”, conclui.
Segundo os especialistas, esta nova cerveja pode ser, também, o primeiro passo para o desenvolvimento de produtos capazes de diminuir as hipóteses de ressaca.

Via Boas Notícias