Category Archives: Política

Paulo Portas – Um mimo enorme do século passado

USA sells 24 Apache Helicopters to Iraq

É que faz todo o sentido, já agora, é o Estado Iraquiano que paga? “$4.8 billion”?? Em quantos anos e como? Ahh já sei, agora têm direito a escolher líderes e ficam com opção de invasão no futuro caso se justifique (justifica-se sempre).

Blacklisted News

Defense Security Cooperation Agency

Ben Bernake’s Banksters Legacy

Para quem já ouviu falar dele,  um senhor interessante, também bastante mencionado no Inside Job e no Zeitgeist, entre outros.

Via Breaking All The Rules – Blacklisted News

James Hall – January 22, 2014

With Ben Shalom Bernanke set to depart on the last day of January 2014, the critique and speculation of his tenure as Chairman of the Federal Reserve begins. The mainstream financial press is giving mostly favorable accounts. Heretofore, such praiseworthy acclamations strike a shape contrast with the actual record of the state of the economy. However, the admirers of the Fed and his specific enactments live in a time warp that only masters of the universe encounter. For the remaining population, an intense struggle for survival is the actual experience, remembered from the Bernanke years.

Investopedia expresses a complimentary score of The Legacy Of Ben Bernanke, and cites distinguished highlights and concludes that “Under Bernanke’s stewardship, the Fed became the most transparent it has ever been in its history.”

Yet, (…)

5 reasons the latest report on Syria might not be true

Brandon Turbeville
Activist Post

In a recently released and conveniently timed report, (nvpolitique) complete with references to Nazi Germany and concentration camps, efforts to ramp up support for a “tough line” against Syria at the upcoming Geneva II conference and even possible military intervention, are once again moving into high gear. The report, compiled by three British war crime prosecutors and three “forensic experts” claims that it has demonstrable proof that the Assad government is guilty of torturing and killing over ten thousand people.

The report (accessed here) claims to show evidence of physical torture, murder, and starvation.
Of course, the Syrian government denies the veracity of the claims of the report and Western media outlets repeat the claims as incontrovertible proof.

Ler as 5 razões

Nicaragua’s Canal and China Power

4 notícias/artigos interessantes:

5 de outubro 2013

The Economist

A man, a plan—and little else

NOT since the civil war of the 1980s have so many helicopters been clattering over remote parts of Nicaragua. But now the guys squinting down through the tree canopy are in suits: lawyers and business consultants from the United States, Australian engineers, British environmental auditors, even Chinese executives. Their per diems are being paid by Wang Jing, a Chinese businessman whose $40 billion quest is to build a canal from Nicaragua’s Atlantic coast to its Pacific one. (…)

22 de novembro 2013

Asia Times

Nicaragua canal boosts China power

Since it first opened in 1914, the Panama Canal has provided the primary shipping conduit linking the Pacific and Atlantic Oceans through the Americas. And in that time, it has also represented US dominance in the region. Even after the canal passed entirely into Panama’s control in 1999, the United States has maintained a strong military presence in the region, establishing its continuity as the region’s key economic and political player.

All that is about to change. (…)

12 de janeiro 2014

Blacklisted News

Nicaragua to start construction on Canal, rivalling Panama’s

(…)“The Nicaraguan government and HKND Group are pleased to confirm that canal construction work will begin as planned in December 2014,” Ortega announced alongside Chinese tycoon Wang Jing, whose group has been given a concession to manage the future shipping channel for 50 years, with the possibility to renew the contract for another 50. (…)

21 de janeiro 2014

Público

A Nicarágua vai ser serrada a meio para juntar o Pacífico ao Atlântico

(…)Maior ameaça ambiental no país.
Mas acresce outra importante polémica o impacto ambiental de tão monumental obra. A consultora britânica Environmental Resources Management (ERM) foi contratada pela construtora para averiguar as consequências de escavar um canal profundo através do Lago da Nicarágua, o maior lago de água doce da América Latina, e de talhar terras ancestrais indígenas até chegar ao mar do Caribe. E tentar compensar os danos. (…)

P.s. Este último artigo é um pouco plágio mas junta bastante informação.

Berlusconi expulso do parlamento… 1 ano de serviço comunitário – Ilusões.

ROME — Having spent months manufacturing procedural delays or conjuring political melodrama, Silvio Berlusconi on Wednesday could no longer stave off the inevitable: Italy’s senate stripped him of his parliamentary seat, a dramatic and humiliating expulsion, even as other troubles loom on his horizon.

Bicicletas no metro de Lisboa a qualquer hora do dia | Exemplo de lobbies positivos?

As bicicletas já podem ser transportadas no Metro de Lisboa a qualquer hora do dia, sem as habituais restrições que impediam os ciclistas de viajarem naquele transporte acompanhados pelos seus velocípedes nas horas de ponta.

O anúncio foi feito por um porta-voz do Ministério da Economia, citado pelo portal Pedais.pt, que avançou também que, a partir de Janeiro do próximo ano, vai passar a ser igualmente permitido o transporte de bicicletas nos comboios Intercidades e na Linha do Minho e do Douro.

A juntar a este combate a “importantes constrangimentos há muito identificados”, no que diz respeito à mobilidade dos ciclistas, foi ainda decidida a criação de “500 novos lugares para bicicletas junto às estações da REFER”, empresa responsável pela exploração da rede ferroviária nacional.

A divulgação destas medidas surge no seguimento das acusações da MUBi (Associação pela Mobilidade Urbana em Bicicleta) ao governo, de não ter avançado com nenhuma das ações previstas no Plano de Promoção da Bicicleta e Outros Modos Suaves 2013-2020 (ciclAndo), cuja concretização devia ter arrancado no início deste ano.

“No momento de dificuldades económicas e sociais que o país atravessa, em que a insustentabilidade de determinadas opções se tornou evidente, aumentar a percentagem de utilização de meios de transporte mais sustentáveis é uma medida a tomar com carácter de urgência”, refere a MUBi em comunicado.

O executivo lembrou que esse mesmo plano “foi lançado pelo anterior governo, prevendo investimentos de 40 milhões de euros”. Segundo o mesmo, “algumas das medidas já foram concretizadas e outras serão ainda lançadas”, até porque, no final do ano passado, o” governo constituiu um Grupo de Trabalho para a Carta da Mobilidade Ligeira onde esse trabalho foi analisado e incorporado com medidas de curto, médio e longo prazo”.

“Nas próximas semanas o grupo que trabalhou a Carta para a Mobilidade Ligeira apresentará as suas conclusões ao secretário de Estado das Infraestruturas, Transportes e Comunicações, Sérgio Monteiro”, acrescentou fonte do gabinete do ministro da Economia.”

Via Boas Notícias

Há 238 contribuintes que devem mais de 1 milhão de euros ao fisco

Lista de Devedores

“Paulo Núncio disse recentemente no Parlamento que a lista permitiu recuperar 319 milhões de euros em 2012”

Há já 238 contribuintes que integram a lista de devedores Autoridade Tributária Aduaneira com dívidas de valor superior a um milhão de euros. O universo total de pessoas e empresas com imposto em falta é, porém, muito superior e ultrapassa atualmente os 30 500 casos.

Entre os que ostentam dívidas fiscais acima de um milhão de euros estão 149 contribuintes singulares, incluindo sócios e gerentes de empresas. A estes, junta-se um grupo de 78 empresas que respondem por dívidas entre 1 e 5 milhões de euros e 11 sociedades que devem mais de cinco milhões de euros.

Via Dinheiro Vivo

João Nogueira Dias – Crónica sobre o circo e as autár(ti)cas

É quase isso: as autárquicas chegaram à cidade

Se dizes “autárticas” em vez de “autárquicas”, este texto não é para ti. Entra na máquina do tempo e avança para 2027. Esperamos lá por ti, na era em que todos os cidadãos dirão “autárticas”, depois de uma revolução perpetrada por uns gajos.

(Não posso revelar a identidade deles, senão, a revolução não terá lugar.)

A palavra “autárquicas” é, para alguns, tão difícil de dizer como “Maksim Alyaksandravich Bardachow”. Este nome existe e é de um jogador da selecção da Bielorrússia de futebol. Não sei por quê, mas se viesse jogar para Portugal, ainda não tinha posto os pezinhos no aeroporto e já teria nome: “Bardajolas”.

As autárquicas estão à porta. Não vale a pena esconderes-te: elas aparecem, de quatro em quatro anos, e soltam monstros que te vão perseguir. Parece uma lenda foleira da Transilvânia. Sem o Conde Drácula. Mas com vampiros.

Reza a lenda que os monstros se fazem anunciar com cartazes muito, mas muito, misteriosos. Como os daqueles circos manhosos que, quando chegam à cidade, te provocam pesadelos. Daqueles que têm gajos que parecem estar prontos a pegar na faca e a fazer estragos.

Tipo isto.

Mas não são só coisas más. Na altura das autárquicas, há brindes em todo o lado. Tantos como naquelas festas temáticas, em determinadas discotecas. Mas com uma ligeira diferença: a ressaca das autárquicas dura quatro anos.

Na campanha para estas eleições, famílias inteiras percorrem as ruas. São todos candidatos: o pai, a mãe, o tio, a prima, a prima gira, a prima quase tão gira, a vizinha do 5.º esquerdo e a do 10.º direito. Só não é a do 15.º esquerdo porque o prédio só tem dez andares. Fica tudo em família, como no filme “O Padrinho”. Com uma diferença: a banda sonora do filme é muito boa.

Há muito amadorismo: os cartazes são maus, as músicas são irritantes, os “slogans” são, por vezes, infelizes. Não se via tanto amadorismo desde que o Governo instituiu os “briefings” diários.

No meio disto tudo, há algo ilógico e injusto: tornou-se comum chamar “dinossauros” aos autarcas com muito tempo de mandato. A extinção dos dinossauros é atribuída à queda de um meteorito. Alguém acredita que os presidentes de câmara experientes se deixariam extinguir por acção de uma pedrinha?

Arranjariam logo uma forma de embargar o movimento do astro, mandariam a lei da gravidade para o Tribunal Constitucional e, caso tudo isto falhasse, telefonariam a um empreiteiro amigo, para que este lhes emprestasse umas bombas, com as quais explodiriam o meteorito.

Em último caso, teriam um “bunker” com oito quartos e uma piscina. Vista para o mar, não, mas uma das paredes estaria pintada de forma a criar esse efeito. Tudo se arranja com um telefonema. Como n'”O Padrinho”.

Via P3

Família Assad e relações diplomáticas americanas

Via CNN

He had won power in Syria by outmaneuvering rivals and, when necessary, using force. His son would not have to repeat those steps to win power — but likely would have to emulate his father to remain as president.

Al-Assad groomed his son, gave him a military pedigree, toughened him. The path was set.

The son in question was not Bashar al-Assad, the man now leading Syria in a spiraling civil war and toward a possible military strike by the United States.

The son Hafez wanted to be president was his first-born, Bassel. Analysts say Hafez al-Assad was closest to Bassel. Bashar, as a child, was shy and modest. The father had a distant relationship with him.

That changed in 1994, when Bassel al-Assad, always known to be reckless as well as cruel, was killed while driving at a high speed toward the Damascus airport to see his girlfriend.

Syria would not have the strongman Hafez envisioned. It would fall to Bashar, the reluctant heir who really wanted to be an ophthamologist.

When Hafez al-Assad died of a heart attack in June 2000, Bashar inherited a regime built on fierce loyalty — to family and religious sect. Hafez had been born into a poor family from the Alawite mountains in northwestern Syria. The Alawites had often been looked down upon by the wealthier, majority Sunnis in Syria, and Hafez al-Assad was determined to break the mold.

He shattered it.

He joined the Ba’ath Party and then rose through the ranks of the Syrian air force. But it was hardly that straightforward. The man thrived in the backrooms of Syrian palace intrigue where, according to most accounts, betraying friends and killing or banishing enemies put you on the fast track to success.

Elder al-Assad was careful with U.S.

In Syria, analysts say, there were more than 20 successful and unsuccessful coups between 1949 and 1970, when Hafez al-Assad took power. He was involved in three of them himself.

Once in power, Hafez al-Assad proved to be one of the most cunning, ruthless dictators in a region full of them. He crushed a 1982 rebellion by the Muslim Brotherhood in the city of Hama by laying siege to the city and killing more than 10,000 of his own people. At different times he waged war against, and negotiated peace with Israel.

He made fast friends with Hezbollah, which the United States considers a terrorist group. But he also made sure the United States was never a full-fledged enemy. In the 1970s and ’80s he did that by sending his forces to the aid of embattled Christians in Lebanon.

And in 1990 and 1991, when President George H.W. Bush was building a coalition against Saddam Hussein, Hafez al-Assad committed 2,000 troops to the coalition side.

Bashar followed that lead. The administrations of both George W. Bush and Barack Obama have, at different periods, engaged in diplomacy with Bashar’s regime and pushed away from it. The Bush team reached out in 2003 when it needed an ally against Iraq.

In the early years of the Obama administration, Sen. John Kerry — the man now calling Bashar al-Assad a “thug and a murderer” — was the point man in the administration’s efforts to cultivate the Syrian dictator.

There is a telling image from that period: a photograph taken in early 2009 of Kerry and his wife, Teresa, having an intimate dinner in Damascus with Bashar al-Assad and his glamorous, London-born wife, Asma.

google images.

Several scenarios possible

How did it all unravel?

Analysts say the civil war is partially the result of old resentments. Much of the majority Sunni population is embittered after decades under the rule of a despotic family from a small minority, the Alawites.

But Bashar al-Assad also had trouble changing the old ways of his father.

“Hafez al-Assad stabilized Syria through a closed system. People couldn’t travel. They couldn’t communicate very well. International news was very limited”, says Andrew Tabler of the Washington Institute for Near East Policy.

Tabler, who wrote an inside account of the al-Assad regime entitled “In the Lion’s Den,” says, “When Bashar came to power, he lifted the restrictions on travel, allowed people to read international newspapers, satellite television and the Internet. And it opened Syrians’ minds. But how do you control this system? And how do you basically perpetuate authoritarian and tyrannical rule?”

Obama has called on Congress to back plans to punish al-Assad militarily for an alleged chemical weapons attack in his own country.

Meanwhile, his regime is locked in a bloody fight with rebels. More than 100,000 Syrians have died, according to the United Nations.

How does it end for the House of Assad? There are several possibilities.

Bashar al-Assad could fight to the end, lose and be killed. He could eventually flee the country and be given refuge in Iran, Russia or Venezuela.

Or he could prevail. Tabler says if he does, Syria won’t look the same.

“I think at the moment, what’s likely to happen is that the Assad family will rule over part of Syria for the foreseeable future,” says Tabler. “But they’re never going to rule over all of geographic Syria again.”