Category Archives: História

Galerias Romanas abrem ao público de 11 a 13 de Abril

Para assinalar o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, o Museu da Cidade vai abrir as Galerias Romanas da Rua da Prata nos dias 11, 12 e 13 de Abril. Durantes estes três dias, o monumento poderá ser visitado gratuitamente pelo público, entre as 10h e as 18h. (…)

Via Boas Notícias

Instrumento musical projetado por da Vinci é criado 500 anos depois

Hypeness

Moments of Peace During Protests

Via Boredpanda

 

Man playing piano for riot police in Kiev, Ukraine, 2013
A young boy offers a heart-shaped balloon to police in Bucharest, Romania, 2012
An anti-government protester offers a rose to a soldier in Bangkok, Thailand, 2013
Kissing couple during the riots in Vancouver, Canada, 2011

Restante Galeria

Fotógrafo português vence prémio internacional Hasselblad Master 2014

Via Boas Notícias

António Pedrosa ganhou na categoria “Editorial” com uma fotoreportagem sobre o bairro do Iraque, em Carrazeda de Ansiães, habitado por uma comunidade de etnia cigana.

António Pedrosa

What History Would Look Like If It Was Posted On Instagram

Via Boredpanda

Ver mais em Histagrams

The Most Densely Populated Place On Earth – Kowloon Walled City

These shocking pictures are all of Kowloon Walled City, which was once the most densely populated place on Earth. The cramped quarters in Hong Kong were documented by Greg Girard, a Canadian photographer who works primarily in Asia. Continue reading The Most Densely Populated Place On Earth – Kowloon Walled City

Hannah Arendt – A banalidade do mal

Hannah Arendt (2012) Poster
IMDB: 7,1/10

” But isn’t it interesting that a man who has done everything a murderous system demanded of him who even hastens to disclose any details about his work, that this man insists on the fact he has nothing against Jews? ”

Continue reading Hannah Arendt – A banalidade do mal

Child Soldiers International

Após ter visto a galeria completa de fotos “The Price of Precious” no National Geographic, referida neste anterior post, encontrei este site, Child Soldiers International, vale a pena.

O conteúdo informativo é gigante e a sua atividade também o parece ser.

Ao pesquisar por algumas imagens encontrei também este site: Creative Advertisements for NGO que tem trabalhos excelentes, poderão por exemplo ver os conhecidos cartazes e anúncio que a APAV usou para promover a sua causa.

Africa Photographer Witnesses the Human Cost of Our Electronics

The Price of Precious - Photo Gallery

The Price of Precious – Photo Gallery.

Mashable

National Geographic

A Alfacinha, a Medusa e outras peças do Laboratório d’Estórias

A Alfacinha dos Caracóis
“Quem primeiro teve a ideia de chamar aos lisboetas “alfacinhas” ninguém sabe. Bem, quase ninguém. Havia uma pequena menina de caracóis castanhos escuros que sabia; apesar de orfã, o seu tetra-tetra-tetra-tetra avô tinha sido um dos poucos mouros a ficar por estas bandas depois de o D. Afonso Henriques ter conquistado Portugal. Talvez por isso, tinha um nome peculiar: Al-Hassa. Mas como “Al-Hassa” não era um nome muito fácil de dizer, toda a gente a tratava, simplesmente, por “Alfacinha”. Ou isso, ou talvez porque, como era tão pequenina e de aspecto tão frágil – embora não o fosse! – esse nome fizesse sentido. Ou talvez, quem sabe, porque era fresca como uma alface; ou ainda porque quis o destino que vender alfaces fosse o seu ganha-pão. Fizesse calor ou fizesse frio, todos os dias subia e descia a Calçada de Carriche, enchendo as ruas com o pregão “Alfacinhas! Olha as Alfacinhas!”. Mas em vão. Dia sim, dia sim, a carroça ia e voltava cheia, e a menina não tinha outro remédio senão comer ela mesma as alfaces para conseguir sobreviver. Um dia, uma praga de caracóis abateu-se por toda a cidade de Lisboa, devorando todos os legumes da cidade. Vendo a população a passar fome – e sabendo muito bem ela o que isso era – a menina criou um plano: coseu folhas de alface, uma a uma, num enorme fio, que espalhou de um lado ao outro da cidade. Durante a noite, todos os caracóis devoraram as folhas, ficando presos no fio; e, no dia seguinte – maravilha! –, foram todos cozinhados num enorme caldeirão, com um pouco de sal e um raminho de orégãos, num festim para lembrar para todo o sempre. E foi assim que nasceu a história da Alfacinha dos Caracóis – se eram os do seu cabelo ou aqueles que vão bem com uma imperial, ninguém sabe. Mas sabe-se que, em sua honra, plantaram-se alfaces nas sete colinas da cidade, emprestando aos lisboetas, com o passar dos anos, a alcunha de “Alfacinhas” popularizada por Almeida Garrett no célebre livro “Viagens na Minha Terra”. E é justamente por esse motivo que se diz que os caracóis sabem muito melhor quando são servidos numa folha de alface.”

Via Laboratório d’Estórias