Category Archives: Ciência

Portugal brilha em concurso de Video Mapping no Japão

Via Boas Notícias

A empresa Oskar & Gaspar, com sede em Portugal, classificou-se em segundo lugar no concurso do programa World Rankings, da Nippon Television Network, num episódio dedicado ao Video Mapping.

o Canal Youtube 

o site Oskar & Gaspar

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E se os produtos naturais viessem com indicações acerca da sua composição?

Australian chemistry teacher James Kennedy has created a tongue-in-cheek set of images that take a fresh perspective on the public discussion about fresh and organic foods vs. the genetically modified products and chemical pesticides being championed by companies like Monsanto. His posters take all-natural products and break them down by their chemical composition, or their “ingredients.”

When we read the ingredient labels on the processed foods that we eat (or choose not to eat), there’s usually a long and worrisome list of chemical ingredients that we can’t identify. However, Kennedy’s series of images points out that our fear of some of these chemicals might be misplaced.

I want to erode the fear that many people have of ‘chemicals’, and demonstrate that nature evolves compounds, mechanisms and structures far more complicated and unpredictable than anything we can produce in the lab,” writes Kennedy, who personally avoids buying any sort of food with monosodium glutamate (MSG) or high-fructose corn syrup.

This poster series breaks down all the major ingredients in popular natural foods—using E-numbers and IUPAC [International Union of Pure and Applied Chemistry] names instead of common names where they exist. Anthocynanins, for example, which are said to give blueberries their ‘superfood’ status, are also known as E163,” he explained.

Via BoredPanda

Dormir bem ajuda a proteger o cérebro de lesões | Uppsala University

O Estudo

“Results: TSD increased morning serum levels of NSE (P=0.002) and S-100B (P=0.02) by approximately 20%, compared with values obtained after a night of sleep. In contrast, the ratio of AB peptides 1-42 to 1-40 did not differ between the sleep interventions.

Conclusions: Future studies in which both serum and cerebrospinal fluid are sampled after sleep loss should elucidate whether the increase in serum NSE and S-100B is primarily caused by neuronal damage, impaired blood brain barrier function, or is just a consequence of increased gene expression in non-neuronal cells, such as leukocytes.”

Presença de vapor de água na atmosfera de cinco planetas extrassolares

Via Expresso

Wide Field Camera 3

A presença de vapor de água na atmosfera de cinco planetas extrassolares foi descoberta por equipas de cientistas americanos lideradas pela NASA e pela Universidade de Maryland, a partir de observações feitas pela Wide Field Camera 3 do telescópio espacial Hubble. Continue reading Presença de vapor de água na atmosfera de cinco planetas extrassolares

What happens when a man finds “the one”? His brain gets washed in oxytocin.

What happens when a man finds “the one”? His brain gets washed in oxytocin.

The hormone and brain chemical best known for its role in love — it’s also responsible for helping infants bond to their mothers — can also make romantic partners look more attractive than strangers to men, even if both are objectively equally good looking.

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Your Heartbeat Is Your New Password – $79

As the password makes its slow fade towards extinction, many technologies are jockeying for position as the next method for securing online accounts. We’ve told you about brain waves,fingerprints, even magic rings, but a new technique is literally getting to the heart of the matter.

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A wristband dubbed Nymi confirms a user’s identity via electrocardiogram (ECG) sensors that monitor the heartbeat and can authenticate a range of devices, from iPads to cars. Developers at Bionym, the Toronto-based company that makes the device, say the peeks and valleys of an individual’s heartbeat are harder to imitate than the external features of biometric systems, like fingerprints or facial recognition.

To register their identity, uses touch a sensor on top of the wristband for about two minutes while Nymi records an ECG signature. Once it’s stored, it will only recognize that signature.

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Accessing a device is simple: users touch the top of the wristband for a few seconds while Nymi cross-references the heartbeat. Once authenticated, the system communicates via Bluetooth to an app running on a designated device. When the wristband is removed, linked devices automatically lock.

Nymi even appears to have gesture control capabilities. For example, a wave of the hand or a flex of the wrist could correspond with unlocking the driver’s-side or passenger-side door. A secure payment feature is also slated, where users could swipe their wrist in a check-out lane to have funds directly debited from their bank account. The wristband will also include vibrations, alerting wearers to email or social media messages that will appear on a small LED screen.

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Pre-orders of Nymi begin on Sept. 4. Launch prices start at $79 and are expected to remain under $100. First editions will be compatible with iOS, Android, Windows and Mac OS X devices. Catch a glimpse of Nymi in Bionym’s promo video above.

Via Mashable

Programa de Neurociências da Fundação Champalimaud – Avanços sobre anomalias mentais

Os graves problemas de memória ou de aprendizagem podem estar relacionados com a incapacidade de eliminar espinhas dendítricas, estruturas existentes nas ramificações dos neurónios. A conclusão é de um estudo levado a cabo pelo Programa de Neurociências da Fundação Champalimaud.

Via Boas Notícias

Para acederem ao site do Programa da Fundação Champalimaud – Aqui

Para acederem ao estudo (demasiado complexo para mim) – Aqui

Estes estudo são demasiado complexos e distantes da minha “zona” de segurança, contudo é sempre interessante estes novos trabalhos, a busca da explicação, também é de louvar este tipo de programas que a Fundação Champalimaud promove.

Cientistas criam cerveja que hidrata e evita ressaca

Se alguém tinha dúvidas sobre o combate entre ciência e religião, cientista e padre, acho que pode agora confirmar que de facto a ciência é imbatível e ótima!

A ingestão de cerveja – ou qualquer bebida alcoólica – após a realização de exercício físico ou de estômago vazio não é, por norma, aconselhável. Agora, porém, um grupo de investigadores australianos desenvolveu uma cerveja hidratante, que pode ajudar a equilibrar a quantidade de líquidos no organismo e até a evitar a ressaca.
Habitualmente, beber álcool aumenta a desidratação, mas uma equipa do Griffith University’s Health Institute em Queensland, na Austrália, acredita ter descoberto a solução.

Os nutricionistas australianos manipularam os níveis de eletrólitos, presentes em muitas bebidas energéticas, de duas cervejas comerciais (uma normal e uma light), que, depois, foram ingeridas por pessoas que tinham acabado de fazer exercício vigoroso.

Os investigadores acabaram por concluir que, embora esta não costume ser uma prática recomendável, a cerveja light modificada mostrou ser um terço mais eficaz a hidratar os indivíduos do que a cerveja normal. 
“Não é uma boa ideia, mas a verdade é que há muitas pessoas que suam muito no dia-a-dia e que, depois, saem do trabalho e vão beber uma cerveja, como é o caso, por exemplo, dos trabalhadores da construção civil”, explica Ben Desbrow, um dos cientistas envolvidos no estudo, citado pela Australian Associated Press.
“O álcool pode ter todo o tipo de repercussões num organismo desidratado, incluindo a redução da noção do perigo”, acrescenta o investigador, que justifica a criação desta cerveja modificada e hidratante com a necessidade de diminuir os riscos trazidos por hábitos difíceis de mudar.
“Uma vez que vivemos no mundo real, temos duas hipóteses: podemos passar o tempo a dizer às pessoas aquilo que não devem fazer ou, em alternativa, trabalhar para minimizar os perigos de algumas atividades socialmente enraízadas [como o consumo de cerveja nessas circunstâncias]”, conclui.
Segundo os especialistas, esta nova cerveja pode ser, também, o primeiro passo para o desenvolvimento de produtos capazes de diminuir as hipóteses de ressaca.

Via Boas Notícias

Cuba encontra tratamento para o cancro sem efeitos colaterais

O grupo empresarial cubano Labiofam anunciou recentemente que está a trabalhar em “novos peptídeos antitumorais” para combate a vários tipos de cancro. Entre os tratamentos que estão a ser desenvolvidos e que podem revolucionar as alternativas terapêuticas tradicionais está um peptídeo capaz de atuar sobre as células malignas “sem efeitos colaterais”.
Em conferência de imprensa em Havana, capital cubana, o diretor-geral do Labiofam, José Antonio, revelou que, em sequência de 14 anos de investigação e estudos pré-clínicos, o grupo concluiu que o efeito destes peptídeos (um tipo de molécula) obtidos por via biotecnológica “supera amplamente os produtos que existem hoje no mercado internacional”.
Segundo a agência EFE, a empresa adiantou ter resultados acerca do impacto de peptídeos para tratamento de cancros como o glioma (um tumor do sistema nervoso central) em crianças e outros tumores cerebrais e do sistema nervoso, bem como cancros de origem epitelial em adultos.
José Antonio Fraga destacou, em particular, o desenvolvimento do peptídeo “RjLB14”, com “resultados impactantes” nos mecanismos de morte celular, visto que o mesmo apenas atua sobre as células doentes “sem efeitos secundários”, o que permitiria substituir o uso de citostáticos, cujo objetivo é evitar a multiplicação e crescimento celular, durante os tratamentos.
De acordo com o diretor-geral do Labiofam, os estudos pré-clínicos realizados com ratos mostraram resultados “surpreendentes”, já que em apenas nove dias de tratamento se verificou uma redução de 90% dos tumores e, em determinados casos, o seu desaparecimento total.
No entanto, José Antonio Fraga alertou que a empresa não pretende criar “falsas expetativas” sobre algo que “ainda não está concluído”, salientando, ainda assim, que “os resultados pré-clínicos já fornecem evidências suficientes para comprovar e reafirmar a efetividade do tratamento em células humanas”.
Atualmente, os investigadores estão a debruçar-se sobre as questões relacionadas com a toxicologia com vista a chegar ao produto final e solicitar, no próximo ano, a realização de um teste clínico em humanos.
Fraga aproveitou a ocasião para anunciar, a propósito, um simpósio internacional do Labiofam que vai decorrer entre 18 e 20 de Setembro em Havana, onde haverá oportunidade para “compartilhar” e “multiplicar” resultados de forma a “acelerar” o desenvolvimento de alternativas que permitam combater as doenças oncológicas a nível mundial.
Recorde-se que, nos últimos anos, o grupo Labiofam tem trabalhado noutros projetos destinados ao tratamento do cancro, em particular a partir das propriedades do veneno de um escorpião cubano. Além disso, comercializa, presentemente, um produto homeopático denominado “Vidatox” que ajuda a aliviar a dor e a tratar sintomas colaterais da doença.

Via Boas Notícias

EUA: Testada vacina eficaz contra a malária

“Foram alcançados novos avanços na aplicação de uma vacina contra a malária em seres humanos. A investigação destes cientistas norte-americanos conseguiu tornar um grupo de voluntários imune à malária. Depois da vacina, estes participantes foram infetados com o parasita mas não desenvolveram a doença.

De nome PfSPZ, a nova vacina é inédita na forma como foi produzida. Ao contrário das vacinas habituais, à base de moléculas, a equipa liderada por Stephen Hoffman recorreu a parasitas vivos para criar imunidade à malária.

A malária é causada pelo Plasmmodium faliparum, um parasita transmitido pela picada de mosquitos infetados que causa a morte de 600 mil pessoas por ano. A vacina consiste na administração, aos participantes, de parasitas da malária vivos mas muito enfraquecidos, que não têm capacidade para desencadear a doença. Trata-se, no fundo, de combater o parasita com o próprio parasita.

Na investigação levada a cabo pela empresa de biotecnologia Sanaria, criada por Hoffman para a investigação de doenças tropicais, seis dos voluntários foram injetados com centenas de milhares de parasitas adormecidos, em cinco doses diferentes. Mais tarde foram infetados com o Plasmmodium faliparum e nenhum deles contraiu a doença infecciosa.”

Via Boas Notícias